Visitas virtuais durante a pandemia: como 2020 acelerou a adoção do tour 3D no mercado imobiliário
Em 2020, restrições de circulação, preocupações sanitárias e mudanças no processo de compra de imóveis levaram compradores, vendedores e profissionais do setor a utilizar com mais intensidade ferramentas de apresentação remota. Uma pesquisa da Matterport com a Redfin registrou essa mudança entre consumidores do mercado imobiliário dos Estados Unidos.
Em 2020, visitar um imóvel deixou temporariamente de ser uma etapa simples
O mercado precisou adaptar práticas tradicionalmente presenciais a um cenário de restrições e preocupação com exposição à COVID-19.
Visitas presenciais, open houses e deslocamentos entre propriedades foram afetados em diferentes mercados.
Nesse contexto, fotografias, vídeos, videochamadas e tours virtuais ganharam importância como recursos para manter imóveis acessíveis digitalmente.
O levantamento comparou a percepção de compradores e vendedores durante os primeiros meses da pandemia
Em setembro de 2020, Matterport e Redfin entrevistaram 1.000 compradores e 1.000 vendedores de imóveis nos Estados Unidos.
O objetivo era comparar as preferências daquele momento com uma pesquisa anterior realizada em janeiro, antes do impacto amplo da COVID-19 sobre o mercado imobiliário.
A segurança sanitária apareceu como um dos fatores para o crescimento das visitas virtuais
disseram estar visualizando mais propriedades virtualmente com tours 3D por preocupações de segurança.
que antes não consideravam tours 3D necessários passaram a considerá-los necessários durante a pandemia.
citaram como vantagem reduzir o número de pessoas entrando fisicamente no imóvel.
Naquele momento, conhecer primeiro o imóvel pela tela tinha uma função sanitária muito específica
Hoje, essa motivação precisa ser analisada historicamente.
Em 2020, entretanto, a possibilidade de reduzir entradas desnecessárias em propriedades ocupadas tinha uma relevância que não pode ser separada do contexto da pandemia.
Compradores também demonstraram receio de que fotografias não representassem corretamente o imóvel
No levantamento de 2020, 78% dos compradores entrevistados disseram se preocupar com fotografias alteradas ou que não representassem adequadamente a propriedade.
Esse dado ajuda a explicar por que recursos de exploração espacial ganharam atenção naquele momento.
A pesquisa registrou maior abertura à compra sem visita presencial — mas isso não deve virar recomendação geral
Em setembro de 2020, 71% dos compradores pesquisados disseram que considerariam comprar um imóvel sem vê-lo pessoalmente quando houvesse um tour 3D.
A Matterport também relatou, em estudo de caso com a Redfin, forte crescimento na utilização de walkthroughs virtuais após o início da pandemia.
Compradores também valorizaram recursos para compreender melhor a configuração do imóvel
Planta
75% citaram a possibilidade de visualizar a planta da casa entre recursos importantes.
Dollhouse
61% citaram a visualização geral do layout.
Medições
60% citaram ferramentas para dimensões entre recursos valorizados.
Esses percentuais referem-se especificamente aos participantes da pesquisa Matterport/Redfin de 2020.
A pandemia transformou uma ferramenta opcional em uma alternativa importante para continuar apresentando imóveis
Antes
Tour era utilizado principalmente como recurso complementar de apresentação.
Durante as restrições
Em determinados mercados, passou a substituir parte das primeiras visitas.
Depois
A função pode voltar a ser principalmente pré-visita, comparação e acesso remoto.
Hoje, a principal justificativa para um tour não precisa ser evitar contato presencial
Em um mercado sem as mesmas restrições de 2020, o valor da experiência virtual pode estar em outras funções.
Pré-visita
Conhecer o imóvel antes de se deslocar.
Comprador distante
Avaliar propriedades em outra cidade.
Comparação
Revisitar digitalmente diferentes imóveis.
Circulação
Entender como os ambientes se conectam.
Compartilhamento
Enviar o imóvel a outros participantes da decisão.
Revisita
Retornar aos ambientes depois de uma visita física.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos durante uma pandemia não descreve automaticamente o mercado imobiliário brasileiro atual
País
A amostra foi dos Estados Unidos.
Período
Os dados centrais são de 2020.
Contexto
Havia preocupações sanitárias excepcionais.
Tecnologia
A pesquisa tratou especificamente de tours 3D.
Participantes
Compradores e vendedores responderam sobre preferências.
Uso atual
Precisa ser analisado com dados próprios e atuais.
Os percentuais de 2020 não provam que todo imóvel com tour venda mais rápido ou por preço maior
A pesquisa perguntou aos participantes quais vantagens eles percebiam ou quais comportamentos adotariam.
Isso é diferente de demonstrar causalmente que o tour, isoladamente, produz determinado resultado comercial.
Existem páginas mais adequadas do que este arquivo histórico
Para entender como imóveis podem ser apresentados atualmente antes da visita presencial, veja imóveis com tour virtual .
Para conhecer as diferenças entre tour 360, experiência 3D e outros formatos, veja como funciona um tour virtual 360 e 3D .
Para entender especificamente a disponibilidade de um imóvel para consulta digital fora do horário de atendimento, veja visitas virtuais 24 horas .
De onde vieram os principais dados apresentados nesta página?
Matterport + Redfin — outubro de 2020
Pesquisa com 1.000 compradores e 1.000 vendedores de imóveis nos Estados Unidos, comparando mudanças de percepção durante a pandemia.
Redfin — 2020
A Redfin também relatou, durante aquele período, forte crescimento da utilização de vídeo e walkthroughs 3D em seu mercado norte-americano.
Dúvidas sobre visitas virtuais durante a pandemia
As visitas virtuais surgiram durante a pandemia?
Não. Tours 360 e 3D já existiam antes de 2020. A pandemia acelerou sua adoção em determinados mercados.
Por que o uso cresceu em 2020?
Restrições, preocupação com exposição à COVID-19 e dificuldade de realizar determinadas visitas presenciais aumentaram a importância de ferramentas remotas.
De onde vem o número de 78%?
De uma pesquisa Matterport/Redfin realizada em setembro de 2020 com compradores de imóveis nos Estados Unidos.
Os dados representam o Brasil?
Não. A pesquisa citada foi realizada nos Estados Unidos.
Esses dados representam 2026?
Não. Eles devem ser interpretados como registro histórico do comportamento observado em 2020.
Compradores realmente aceitavam comprar sem visitar?
Na pesquisa de 2020, parte significativa dos entrevistados declarou considerar essa possibilidade. Isso não significa que seja uma recomendação para compradores atuais.
O tour substitui inspeção do imóvel?
Não. Inspeções técnicas, documentação e outras verificações precisam ser realizadas por meios adequados.
O tour substitui fotografia?
Não. Fotografias e tours podem cumprir papéis complementares.
O tour ainda é útil depois da pandemia?
Pode ser útil para pré-visita, compradores distantes, comparação, revisita e compreensão espacial.
Todo imóvel precisa de tour virtual?
Não. A utilidade depende do imóvel, público, estratégia de apresentação e processo comercial.
Esta URL deve ser o arquivo histórico do cluster imobiliário
Pandemia
Adoção acelerada, segurança sanitária e dados históricos de 2020.
Imóveis com tour
Uso atual para pré-visita, venda e locação.
Visitas 24 horas
Disponibilidade digital do imóvel independentemente do horário de atendimento.
Apresentação de imóvel
Fotos, tour, planta e informações.
Venda mais eficiente
Pré-seleção antes da visita presencial.
Negociação imobiliária
Revisita, proposta e conversa depois do interesse.
Veja como o tour virtual é utilizado atualmente na apresentação de imóveis
Para aplicações atuais, deixe o contexto extraordinário de 2020 e avance para nosso guia sobre imóveis com tour virtual, pré-visita e apresentação digital.
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