História do mercado imobiliário • COVID-19 • 2020 • tours 3D

Visitas virtuais durante a pandemia: como 2020 acelerou a adoção do tour 3D no mercado imobiliário

Em 2020, restrições de circulação, preocupações sanitárias e mudanças no processo de compra de imóveis levaram compradores, vendedores e profissionais do setor a utilizar com mais intensidade ferramentas de apresentação remota. Uma pesquisa da Matterport com a Redfin registrou essa mudança entre consumidores do mercado imobiliário dos Estados Unidos.

Período setembro de 2020
Mercado imóveis residenciais
País Estados Unidos
Amostra 2.000 participantes
Contexto histórico

Em 2020, visitar um imóvel deixou temporariamente de ser uma etapa simples

O mercado precisou adaptar práticas tradicionalmente presenciais a um cenário de restrições e preocupação com exposição à COVID-19.

Visitas presenciais, open houses e deslocamentos entre propriedades foram afetados em diferentes mercados.

Nesse contexto, fotografias, vídeos, videochamadas e tours virtuais ganharam importância como recursos para manter imóveis acessíveis digitalmente.

Importante: os dados desta página são históricos. Os percentuais apresentados abaixo vêm de pesquisas realizadas durante a pandemia, principalmente nos Estados Unidos em 2020. Eles não devem ser interpretados como retrato do mercado brasileiro atual nem como estatísticas de 2026.
Pesquisa Matterport + Redfin

O levantamento comparou a percepção de compradores e vendedores durante os primeiros meses da pandemia

Em setembro de 2020, Matterport e Redfin entrevistaram 1.000 compradores e 1.000 vendedores de imóveis nos Estados Unidos.

O objetivo era comparar as preferências daquele momento com uma pesquisa anterior realizada em janeiro, antes do impacto amplo da COVID-19 sobre o mercado imobiliário.

O que a pesquisa encontrou em 2020

A segurança sanitária apareceu como um dos fatores para o crescimento das visitas virtuais

78% dos compradores pesquisados

disseram estar visualizando mais propriedades virtualmente com tours 3D por preocupações de segurança.

69% dos vendedores mencionados no estudo

que antes não consideravam tours 3D necessários passaram a considerá-los necessários durante a pandemia.

59% dos vendedores Baby Boomers

citaram como vantagem reduzir o número de pessoas entrando fisicamente no imóvel.

Redução do contato presencial

Naquele momento, conhecer primeiro o imóvel pela tela tinha uma função sanitária muito específica

Hoje, essa motivação precisa ser analisada historicamente.

Em 2020, entretanto, a possibilidade de reduzir entradas desnecessárias em propriedades ocupadas tinha uma relevância que não pode ser separada do contexto da pandemia.

A pandemia criou uma necessidade emergencial; a tecnologia já existia antes dela. Tours 3D e imagens 360 não nasceram em 2020. O que mudou foi a urgência com que determinados mercados passaram a utilizá-los.
Outra preocupação registrada pela pesquisa

Compradores também demonstraram receio de que fotografias não representassem corretamente o imóvel

No levantamento de 2020, 78% dos compradores entrevistados disseram se preocupar com fotografias alteradas ou que não representassem adequadamente a propriedade.

Esse dado ajuda a explicar por que recursos de exploração espacial ganharam atenção naquele momento.

Isso não significa que fotografia profissional perdeu importância. Fotos e tour apresentam o imóvel de maneiras diferentes e podem ser utilizados em conjunto.
Um resultado especialmente ligado àquele contexto

A pesquisa registrou maior abertura à compra sem visita presencial — mas isso não deve virar recomendação geral

Em setembro de 2020, 71% dos compradores pesquisados disseram que considerariam comprar um imóvel sem vê-lo pessoalmente quando houvesse um tour 3D.

A Matterport também relatou, em estudo de caso com a Redfin, forte crescimento na utilização de walkthroughs virtuais após o início da pandemia.

Esse dado não significa que compradores atuais devam dispensar visita, inspeção ou diligência. Ruído, vizinhança, estado de conservação, instalações, documentação e diversas outras questões podem exigir verificação própria.
O tour permitia fazer mais do que apenas substituir deslocamentos

Compradores também valorizaram recursos para compreender melhor a configuração do imóvel

Planta

75% citaram a possibilidade de visualizar a planta da casa entre recursos importantes.

Dollhouse

61% citaram a visualização geral do layout.

Medições

60% citaram ferramentas para dimensões entre recursos valorizados.

Esses percentuais referem-se especificamente aos participantes da pesquisa Matterport/Redfin de 2020.

Mudança de comportamento

A pandemia transformou uma ferramenta opcional em uma alternativa importante para continuar apresentando imóveis

Antes

Tour era utilizado principalmente como recurso complementar de apresentação.

Durante as restrições

Em determinados mercados, passou a substituir parte das primeiras visitas.

Depois

A função pode voltar a ser principalmente pré-visita, comparação e acesso remoto.

O contexto sanitário mudou, mas algumas aplicações permaneceram úteis

Hoje, a principal justificativa para um tour não precisa ser evitar contato presencial

Em um mercado sem as mesmas restrições de 2020, o valor da experiência virtual pode estar em outras funções.

Pré-visita

Conhecer o imóvel antes de se deslocar.

Comprador distante

Avaliar propriedades em outra cidade.

Comparação

Revisitar digitalmente diferentes imóveis.

Circulação

Entender como os ambientes se conectam.

Compartilhamento

Enviar o imóvel a outros participantes da decisão.

Revisita

Retornar aos ambientes depois de uma visita física.

Limites dos dados

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos durante uma pandemia não descreve automaticamente o mercado imobiliário brasileiro atual

País

A amostra foi dos Estados Unidos.

Período

Os dados centrais são de 2020.

Contexto

Havia preocupações sanitárias excepcionais.

Tecnologia

A pesquisa tratou especificamente de tours 3D.

Participantes

Compradores e vendedores responderam sobre preferências.

Uso atual

Precisa ser analisado com dados próprios e atuais.

Preferência declarada não é garantia de resultado

Os percentuais de 2020 não provam que todo imóvel com tour venda mais rápido ou por preço maior

A pesquisa perguntou aos participantes quais vantagens eles percebiam ou quais comportamentos adotariam.

Isso é diferente de demonstrar causalmente que o tour, isoladamente, produz determinado resultado comercial.

Apresentação é uma parte do processo imobiliário. Preço, localização, demanda, documentação, financiamento e negociação continuam influenciando o resultado de uma venda.
Se sua dúvida é sobre o uso atual

Existem páginas mais adequadas do que este arquivo histórico

Para entender como imóveis podem ser apresentados atualmente antes da visita presencial, veja imóveis com tour virtual .

Para conhecer as diferenças entre tour 360, experiência 3D e outros formatos, veja como funciona um tour virtual 360 e 3D .

Para entender especificamente a disponibilidade de um imóvel para consulta digital fora do horário de atendimento, veja visitas virtuais 24 horas .

Fontes históricas

De onde vieram os principais dados apresentados nesta página?

Matterport + Redfin — outubro de 2020

Pesquisa com 1.000 compradores e 1.000 vendedores de imóveis nos Estados Unidos, comparando mudanças de percepção durante a pandemia.

Consultar a publicação da Matterport

Redfin — 2020

A Redfin também relatou, durante aquele período, forte crescimento da utilização de vídeo e walkthroughs 3D em seu mercado norte-americano.

Consultar a publicação da Redfin

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre visitas virtuais durante a pandemia

As visitas virtuais surgiram durante a pandemia?

Não. Tours 360 e 3D já existiam antes de 2020. A pandemia acelerou sua adoção em determinados mercados.

Por que o uso cresceu em 2020?

Restrições, preocupação com exposição à COVID-19 e dificuldade de realizar determinadas visitas presenciais aumentaram a importância de ferramentas remotas.

De onde vem o número de 78%?

De uma pesquisa Matterport/Redfin realizada em setembro de 2020 com compradores de imóveis nos Estados Unidos.

Os dados representam o Brasil?

Não. A pesquisa citada foi realizada nos Estados Unidos.

Esses dados representam 2026?

Não. Eles devem ser interpretados como registro histórico do comportamento observado em 2020.

Compradores realmente aceitavam comprar sem visitar?

Na pesquisa de 2020, parte significativa dos entrevistados declarou considerar essa possibilidade. Isso não significa que seja uma recomendação para compradores atuais.

O tour substitui inspeção do imóvel?

Não. Inspeções técnicas, documentação e outras verificações precisam ser realizadas por meios adequados.

O tour substitui fotografia?

Não. Fotografias e tours podem cumprir papéis complementares.

O tour ainda é útil depois da pandemia?

Pode ser útil para pré-visita, compradores distantes, comparação, revisita e compreensão espacial.

Todo imóvel precisa de tour virtual?

Não. A utilidade depende do imóvel, público, estratégia de apresentação e processo comercial.

Intenção histórica, não comercial

Esta URL deve ser o arquivo histórico do cluster imobiliário

Pandemia

Adoção acelerada, segurança sanitária e dados históricos de 2020.

Imóveis com tour

Uso atual para pré-visita, venda e locação.

Visitas 24 horas

Disponibilidade digital do imóvel independentemente do horário de atendimento.

Apresentação de imóvel

Fotos, tour, planta e informações.

Venda mais eficiente

Pré-seleção antes da visita presencial.

Negociação imobiliária

Revisita, proposta e conversa depois do interesse.

O contexto mudou. A possibilidade de conhecer um imóvel remotamente permaneceu.

Veja como o tour virtual é utilizado atualmente na apresentação de imóveis

Para aplicações atuais, deixe o contexto extraordinário de 2020 e avance para nosso guia sobre imóveis com tour virtual, pré-visita e apresentação digital.

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